Coronavírus: perguntas frequentes

O coronavírus é conhecido desde 1960 e tem como principais infectados as crianças. No entanto, adultos são infectados pelo coronavírus comum ao longo da vida. Alguns coronavírus podem causar doenças graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012. Já o novo coronavírus foi descoberto no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 14,5 mil casos registrados em 18 países, com 305 mortes, o que mobilizou órgãos internacionais e a comunidade científica na busca por respostas sobre prevenção, transmissão e tratamento desse novo tipo de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde.

Como é realizado o diagnóstico?

Para diagnosticar esse novo tipo de coronavírus, é necessário realizar exames de biologia molecular que detectam o RNA viral por meio da coleta de materiais respiratórios, como aspiração das vias aéreas ou indução de escarro. É necessária a coleta de duas amostras caso haja a suspeita do coronavírus. Essas amostras serão encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). 

Qual é o tratamento?

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do novo coronavírus, o repouso e o consumo de bastante água são indicados, como também o uso de antitérmicos e analgésicos para o auxílio da dor e febre.  

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas desse novo coronavírus são clínicos e principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado, como febre, tosse e dificuldade para respirar.

 

As viagens foram interrompidas?

Com muitos casos confirmados, segundo o último boletim da OMS, a partir do dia 27 de janeiro, todo o território chinês passou a ser considerado área de transmissão ativa da doença, isto é, as pessoas vindas destes locais nos últimos 14 dias e que apresentam sintomas são consideradas como casos suspeitos, segundo o Ministério da Saúde. 

Vale ressaltar que assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

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